Entenda o que as marcas mais inteligentes aprenderam e como aplicar essa lógica na sua estratégia.
Em um mercado onde marcas brigam por dois segundos de atenção no feed e não conseguem gerar conexão, o Big Brother Brasil entrega algo que virou raridade: atenção contínua, coletiva e por 100 dias consecutivos. Um programa que pauta o Brasil inteiro, entra na rotina das pessoas, vira assunto de almoço, domina os grupos de WhatsApp e ainda arrasta buscas no Google por semanas.
Para qualquer agência de publicidade, seja em Itajaí, em Balneário Camboriú ou em qualquer praça do país, o BBB oferece uma das aulas mais completas sobre posicionamento de marca, patrocínio inteligente e marketing digital integrado que o mercado brasileiro já produziu.
Atualmente, o programa impacta cerca de 128 milhões de brasileiros, está presente em 80% dos lares do país e registra audiência 78% superior à soma de todas as TVs abertas, e 33% acima de todos os streamings combinados, segundo uma análise feita pelo Márcio Eugênio, especialista em marketing digital com foco em e-commerce.
Branding estratégico e emocional:
Uma marca patrocinadora de um programa como o BBB não aparece uma vez e desaparece, ela convive com o público, entra na rotina e ganha espaço na memória afetiva de quem assiste todos os dias.
Desta forma, o branding é construído, lembrança de marca construída por exposição repetida com contexto afetivo. Isso é o que separa marcas que as pessoas escolhem das que as pessoas apenas reconhecem.
Resultados consistentes, alto potencial de retorno:
Marcas como a Amstel e McDonald’s estão na sétima edição consecutiva. Mercado Livre acumula quatro. iFood, Electrolux e CIF renovaram mais uma vez. Betano, TIM, Mercado Pago e Nivea estrearam como novas patrocinadoras.
Esse padrão é o indicador mais honesto de ROI que existe: quando o resultado aparece, a empresa permanece.
A Globo reduziu o número de cotas de patrocínio de 21 para 15. Menos marcas, mais espaço para cada anunciante, maior percepção de exclusividade. O resultado foi recorde de faturamento com menos patrocinadores.
A lógica é a mesma que move agências de marketing consolidadas e produtos de alto valor: escassez aumenta percepção de valor.
O programa parou de vender espaço e passou a vender posição. Em vez de se preocupar em agradar várias marcas por um valor razoável do mercado, passou a cobrar mais por exclusividade.
O BBB não se limita à tela da TV:
Diferente das outras edições do início do programa, marcas patrocinadoras do BBB não aparece apenas na Globo, entram no feed do Instagram, nos portais de notícia, nos memes, nas conversas dos criadores de conteúdo e nas buscas orgânicas do Google.
Isso é o que o marketing digital chama de presença omnichannel, construída a partir de um único ponto de entrada com alcance massivo.
O resultado é associação emocional, lembrança espontânea e posicionamento de longo prazo. Três dos ativos mais difíceis de construir e mais valiosos de manter no marketing.
O que isso tem a ver com a sua marca?
O case do programa nos deixa uma lição importante: concentrar esforço em menos frentes com mais profundidade gera retorno. Isso vale para mídia, ofertas, produtos e para o posicionamento de qualquer negócio que queira ser
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Na Invista Comunicação, trabalhamos com campanhas publicitárias, branding, redes sociais, marketing digital e eventos para marcas que querem construir posicionamento real.
Se você quer entender como aplicar essa lógica na sua estratégia, fale com a nossa equipe. Com sede no bairro Fazenda, em Itajaí, atendemos empresas no litoral catarinense há mais de duas décadas.
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